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DIABETES É A DOENÇAS CRÔNICA QUE CRESCE NO MUNDO TODO

28/08/2014
<p style="text-align: center;"></p> <p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: calibri, sans-serif;">CAMPANHAS DE EDUCA&Ccedil;&Atilde;O S&Atilde;O MELHORES ALIADAS NA PREVEN&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> </span></strong></p> <p style="text-align: center;"><strong><em> </em></strong></p> <p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;">Avan&ccedil;os socioecon&ocirc;micos pautam estilo de vida para crescimento do n&uacute;mero de casos<br /> <br /> <img alt="" src="/FixedFiles/Noticia/Como-prevenir-a-diabetes-tipo-2.jpg" /><br /> <br /> </span></em><span style="font-family: calibri, sans-serif; font-size: 11pt; text-align: left;">Segundo o endocrinologista do </span><strong style="font-family: calibri, sans-serif; font-size: 11pt; text-align: left;">Hospital e Maternidade Dr. Christ&oacute;v&atilde;o da Gama</strong><span style="font-family: calibri, sans-serif; font-size: 11pt; text-align: left;"> (HMCG) e presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Diabetes do ABC (ADIABC), M&aacute;rcio Krakauer, a educa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das aliadas na preven&ccedil;&atilde;o e no tratamento desta doen&ccedil;a que cresce no mundo todo.<br /> </span><em><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;"><br /> </span></em></p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;">&ldquo;Ano passado, a pesquisa da Vigitel, realizada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de em parceria com a USP, trouxe um dado animador quanto ao crescimento da obesidade no Brasil, que se mostrou&nbsp; sem avan&ccedil;o ap&oacute;s muitos anos de alta consecutiva&rdquo;, diz o m&eacute;dico. Segundo ele, um dos fatores que contribu&iacute;ram para este resultado &eacute; o aumento das campanhas de preven&ccedil;&atilde;o do diabetes seguidas de ampla divulga&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia.<br /> <br /> </span></p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;">Estima-se que no Brasil entre 12% e 13% da popula&ccedil;&atilde;o apresentem algum n&iacute;vel de altera&ccedil;&atilde;o do metabolismo da glicose, fator que leva ao diagn&oacute;stico do diabetes. No ABC, onde est&aacute; localizada a ADIABC, esta propor&ccedil;&atilde;o se repete. De acordo com o especialista, o desenvolvimento socioecon&ocirc;mico est&aacute; diretamente ligado aos fatores de avan&ccedil;o do diabetes, porque quanto maior o poder aquisitivo maior o acesso a alimentos industrializados e de alto valor cal&oacute;rico, em detrimento de alimentos ricos em fibra.<br /> <br /> </span></p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;">Al&eacute;m da alimenta&ccedil;&atilde;o de baixa qualidade nutricional, explica o endocrinologista, a inatividade f&iacute;sica e o estresse refor&ccedil;am a prevalec&ecirc;ncia da doen&ccedil;a. Estas caracter&iacute;sticas, no entanto, s&atilde;o bem comuns nas cidades mais desenvolvidas. Por conta disso, pesquisa do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de apontou S&atilde;o Paulo (9,3%), Curitiba (8,4%), Natal (8%) e Porto Alegre (8%) como as capitais com os maiores &iacute;ndices de crescimento dos casos da doen&ccedil;a entre 2006 e 2012.<br /> <br /> </span></p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: calibri, sans-serif;">&ldquo;O estilo de vida dos grandes centros urbanos, certamente colaboram para o surgimento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, com destaque para o diabetes&rdquo;, diz o m&eacute;dico. Ele detalha que o grupo de risco para desenvolver a doen&ccedil;a est&atilde;o pessoas com idade acima dos 40 anos, obesas, com gordura abdominal, portadores de hipertens&atilde;o, fumantes, sedent&aacute;rios, mulheres tiveram beb&ecirc;s com peso acima de quatro quilos, e predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica. &ldquo;Por&eacute;m, 60% das pessoas com estas caracter&iacute;sticas podem evitar a doen&ccedil;a quando adotam h&aacute;bitos de preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avisa o m&eacute;dico.</span></p> <p style="text-align: justify;"> </p>

Fome emocional é camuflagem de acúmulos emocionais.

08/08/2014
<p style="text-align: center; line-height: 150%;"></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 12px;">&nbsp;</span></strong><em style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Comportamento silencioso pode levar &agrave; obesidade e consequ&ecirc;ncias graves, como a bulimia<br /> <br /> </span></em></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">Sabe aquela sensa&ccedil;&atilde;o de vazio no est&ocirc;mago, mas sem que esteja ligada &agrave; necessidade de alimentar-se? O nome disso &eacute; fome emocional e nada tem a ver com a rotina saud&aacute;vel das refei&ccedil;&otilde;es, causando, na maioria das vezes, sobrepeso e at&eacute; obesidade. Segundo a nutricionista Vanessa T. Freire do Nascimento&nbsp;, do <strong>Hospital e Maternidade Dr. Christ&oacute;v&atilde;o da Gama</strong>, normalmente essa fome aparece repentinamente e com a sensa&ccedil;&atilde;o de querer comer algo, mas sem clareza de qual alimento se deseja. &ldquo;Neste momento, a pessoa acaba optando por alimentos mais cal&oacute;ricos ricos em gordura e a&ccedil;&uacute;car, com o pensamento de que esses alimentos trar&atilde;o o prazer idealizado&rdquo;, explica a nutricionista.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">Outro exemplo de como a fome emocional pode se manifestar, &eacute; quando o indiv&iacute;duo abre a geladeira sem motivo certo e, se algum alimento chama sua aten&ccedil;&atilde;o, ele consome. Caso contr&aacute;rio ele continua com a sensa&ccedil;&atilde;o de que precisa comer algo e n&atilde;o sabe especificamente o que &eacute;. Como a fome emocional &eacute; uma quest&atilde;o psicol&oacute;gica, &eacute; importante se atentar a determinados sentimentos ligados &agrave; frustra&ccedil;&atilde;o e estresse. <strong></strong></span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">Outra caracter&iacute;stica da fome emocional &eacute; a chamada gula, que tamb&eacute;m se manifesta pela vontade cont&iacute;nua de comer algo mesmo estando satisfeito ap&oacute;s a refei&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Em um grande desjejum como almo&ccedil;o ou jantar, o indiv&iacute;duo acaba&nbsp; fazendo a mesma refei&ccedil;&atilde;o duas vezes mesmo tendo ingerido o suficiente para suprir suas necessidades f&iacute;sicas, deixando assim o lado emocional dominar&rdquo;</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">Segundo explica a nutricionista, embora haja maior incid&ecirc;ncia entre as mulheres, a fome emocional pode atingir ambos os sexos, principalmente na fase da adolesc&ecirc;ncia at&eacute; adultos jovens. Os motivos mais comuns s&atilde;o autoestima baixa, estresse, ang&uacute;stia, tristeza entre outros sentimento</span>s.<span style="font-size: 12px;"> As dietas muito restritivas tamb&eacute;m se tornam alvo f&aacute;cil para a fome emocional, j&aacute; que geram ansiedade. Entre as mulheres, a TPM (Tens&atilde;o Pr&eacute;-Menstrual) pode ocasionar uma fome emocional sazonal, j&aacute; que a mulher fica emocionalmente mais fr&aacute;gil, com maior irritabilidade, e acaba se refugiando em alguns alimentos, principalmente os doces.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">Como se trata de um transtorno silencioso e que apresentar&aacute; as consequ&ecirc;ncias a m&eacute;dio e longo prazo, a fome emocional tem como resultado previs&iacute;vel s&eacute;rios danos &agrave; sa&uacute;de como obesidade, hipertens&atilde;o, diabetes, dislipidemia, entre outros. &ldquo;O principal dano mental neste caso, ser&aacute; a culpa, j&aacute; que a pessoa tenta suprir seu problema emocional com o consumo exagerado de alimentos. Como num processo de contra-ataque, outros transtornos alimentares podem surgir, a exemplo da bulimia e distor&ccedil;&atilde;o da autoimagem&rdquo;, explica a profissional.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12px;">O tratamento deve ser com equipe multidisciplinar, envolvendo psic&oacute;logos, endocrinologistas e nutricionistas, para um resultado eficaz. Mas o primeiro passo &eacute; a pessoa se perceber v&iacute;tima da fome emocional. Um profissional de nutri&ccedil;&atilde;o pode ajudar a distinguir a sensa&ccedil;&atilde;o de fome fisiol&oacute;gica da fome emocional. &ldquo;Neste processo de descobertas, o profissional pode ajudar a pessoa a fazer melhores escolhas e trocar as guloseimas por alimentos saborosos e mais saud&aacute;veis&rdquo;.<strong> </strong>Alimentos ricos em triptofano como leite, iogurte, banana, nozes, auxiliam na produ&ccedil;&atilde;o de</span> neurotransmissores que trazem sensa&ccedil;&atilde;o de prazer e bom humor&rdquo;, ensina.</p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">&nbsp;</span></p> <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" style="border-collapse: collapse;"> <tbody> <tr> <td colspan="2" valign="top" style="width: 471.5pt; border-top-style: solid; border-top-color: #4f81bd; border-top-width: 1pt; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #4f81bd; border-bottom-width: 1pt; padding: 0cm 5.4pt;"> <p style="text-align: center; line-height: 150%;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 150%; color: #365f91; background: silver;">ALIMENTOS RICOS EM TRIPTOFANO E PRECURSORES DE SEROTONINA</span><strong> </strong></p> </td> </tr> <tr> <td valign="top" style="width: 259.15pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="color: #365f91;">&Aacute;cido F&oacute;lico</span><strong> </strong></p> </td> <td valign="top" style="width: 212.35pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Encontrado nas folhas de cor verde escuro, feij&atilde;o branco, laranja, aspargo, couve de Bruxelas, ma&ccedil;&atilde; e soja.</span></p> </td> </tr> <tr style="height: 71.95pt;"> <td valign="top" style="width: 259.15pt; padding: 0cm 5.4pt; height: 71.95pt;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Vitamina B6<strong></strong></span></p> </td> <td valign="top" style="width: 212.35pt; padding: 0cm 5.4pt; height: 71.95pt;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Encontrada amplamente em alimentos. A carne e o peixe s&atilde;o boas fontes, assim como legumes, verduras e cereais integrais.</span> </p> </td> </tr> <tr> <td valign="top" style="width: 259.15pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Magn&eacute;sio<strong></strong></span></p> </td> <td valign="top" style="width: 212.35pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Encontrado em alimentos como o tofu, soja, caju, tomate, salm&atilde;o, espinafre, aveia e arroz integral.</span></p> </td> </tr> <tr> <td valign="top" style="width: 259.15pt; padding: 0cm 5.4pt;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">C&aacute;lcio<strong></strong></span></p> </td> <td valign="top" style="width: 212.35pt; padding: 0cm 5.4pt;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Encontrado em leite e derivados do leite, verduras verde escuras, gergelim, algas, am&ecirc;ndoas e leguminosas. </span> </p> </td> </tr> <tr> <td valign="top" style="width: 259.15pt; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #4f81bd; border-bottom-width: 1pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Dicas:<strong></strong></span></p> </td> <td valign="top" style="width: 212.35pt; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: #4f81bd; border-bottom-width: 1pt; padding: 0cm 5.4pt; background: #d3dfee;"> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #365f91;">Comer grande quantidade de verduras antes das refei&ccedil;&otilde;es e alimentar-se de 3h em 3h</span></p> </td> </tr> </tbody> </table>

8 de Agosto, Dia Mundial de Combate ao Colesterol

08/08/2014
<br /> Dr. Marcio Krakauer, endocrinologista do HMCG, faz alerta ao pais sobre o tema.<br /> <br /> Confira a mat&eacute;ria completa publicada, hoje, no Di&aacute;rio do Grande ABC<br /> <br /> http://www.dgabc.com.br/Noticia/784796/incidencia-de-colesterol-alto-na-infancia-traz-alerta-aos-pais?referencia=ultimas-editoria
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